sábado, 26 de junho de 2010
O dente
O dente mente
Lateja, sangra, pulsa
O dente sente
O dente mente
Ópio pra boca, ópio pr'alma
O dente sente
O dente mente
A mente desmente
o que o dente sente.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
http://www.myspace.com/concreteness
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Durante nossa misera e ínfima existência na terra... Durante toda a nossa vida... Durante toda a existência de nossa razão, o que houve além de complicações e sofrimento? Aqueles que não pensam; que não sentem, e não se importam também não sentem o quão sublime é a vida, porém, são também poupados de todo e qualquer sofrimento. Quanto mais sinto conhecer o mundo mais as questões que ele me apresenta parecem complexas. Ao contrário do que o nosso instinto nos faz pensar, quanto mais conhecimento adquirimos mais nos afastamos das respostas. Então, do que nos serve este conhecimento? Simples, por mais que nos afastemos das ditas “respostas” mais podemos nos conformar com nossa situação, com nossa vida, e com nossa convivência com o mundo que nos cerca. Então, por mais que eu me sinta triste, frustrado e decepcionado com muitas das coisas que são apresentadas a minha pessoa me sinto também mais capaz de aprender com elas, de aceitá-las e de também interpretá-las.
Será que em termos de “custo-benefício”, o benefício da razão vale o custo que nos é exigido? Temos de pensar que: se não fosse este benefício, não estaríamos onde estamos e nada que molda nossa atual sociedade existiria. Porém este argumento não pode ser utilizado de forma válida, pois atrelado a ele vem uma outra questão, ainda mais difícil de responder, será que realmente nossa sociedade é um benefício? Será mesmo que tudo que criamos nos beneficia? Ou será que se nada disso existisse as coisas seriam melhores? Acredito que não há resposta exata para esta questão. Não consigo me imaginar sem minha razão, a forma como me relaciono com todos os elementos existentes em minha realidade dependem intrinsecamente de minha razão. Mas ao observar a ingênua felicidade dos ignorantes me pergunto, será que em prol de uma maior concepção do mundo que vos cerca, em prol de uma maior expectativa de vida, e de muitos outros confortos a nossa felicidade possa ser colocada de lado? Posso estar soando um pouco repetitivo, posso também parecer perdido por não chegar a lugar nenhum, mas espero que os leitores deste texto entendam que, para estas questões, NÃO HÁ RESPOSTA. Estas são atreladas a muitos fatores extremamente complexos que acabam por gerar apenas mais questionamento.
-andré maizel
domingo, 20 de junho de 2010

Às vezes
à noite
Odeio meu ser
Destruo-me lentamente
Em pensamentos ociosos
Nenhuma atitude
Apenas a insônia
insana.
Derretendo
Lentamente
em mim mesmo
dissolvendo-me.
“Devo buscar a mente perdida...”
Como uma flecha que atravessa meu peito
encontro um espelho em minhas memórias
É a luz que emana do artífice procriador
atingindo os medos vazios que geram dor
Lutando constantemente contra o sentimento
Para novamente ser invadido e abraçado por esse.
Às vezes
Durante o dia
Amo
Me abraço carinhosamente
vagando através da mente
Apenas compaixão
E benevolência
Nenhuma dor Latente
-Rubens Pascali

Caos.
Talvez muitas explicações,
ou apenas uma.
A desordem humana, a vontade de buscar o poder absoluto.
Uma coisa que ouvi hoje e que faz muito sentido
somos apenas quebra cabeças, organizados cada um ...formamos a ordem,separados;
A desordem consiste exatamente nisso, em misturarmos peças aleatorias, com pressa
preocupados apenas no poder.
A falta de liberdade,de escolhas.. a confusao de escolhas.
Uma coisa engraçada é pensar no livre arbitro.. não existe, estamos alienados, presos a escolhas alheias, do sistema..
E nem parece que foi ontem, que o mundo era limpo, puro, vivendo de amor... e só.
AMOR..
é exatamente o que falta, o proprio ,por pessoas, por animais, pela liberdade.
Todo mundo dançando a nostalgia do verão.
-Flavia Finazzo
http://piromelos.blogspot.com/
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
empresa. Diante disso, possui duas cargas, uma vale US$ 1.000.000,00 e
essa carga é o ferro. A outra vale a metade deste valor, a carga é o
pau.
Você tem que levar as cargas para duas cidades: Tupi ou Juá.
Tupi fica a 2000 km de onde você está e Juá fica na metade da
distância.
O que você prefere então? Levar pau até entupi, ou ferro até enjuá?
Sei que vc vai descolar uma boa resposta. Sucesso no destino das cargas.
O BRUXO
http://www.youtube.com/watch?v=ZLtNWkG0JmQ
o BRUXO- Não se engane pela aparência, Zé das Medalhas, também conhecido como O BRUXO, é um sujeito boa praça, que além de seu trabalho sujo como cafetão e traficante de drogas, esconde uma faceta perigosa. Um serial killer frio e sem escrúpulos; basta estar no lugar errado, na hora errada e com as jóias certas, para ser a próxima vítima.
roteiro e direção: SÍLVIO GRION
assist de direção: GABRIEL PAIVA
fotografia: RODRIGO OLIVEIRA
assist. de fotog. : VICTOR PASSOS
montagem: PAULO GALEANO
produção: ANDREO PINA
arte: CARINA BUENO
maquiagem: BIA SERVILHA
Elenco:
ORLANDO GUERREIRO o bruxo
J E VELLUDO o espanhol
RAPHAEL S'ANTANNA bodinho
VICK BRANDÃO garota de programa
SÍLVIO GRION estudante
RODRIGO OLIVEIRA morto 1
-sem título-

Mente alterada
Face que transparece rubor
Visão embaçada
O peito foge para não respirar
afoito como em um espetáculo erótico.
Transitando através do frio
Trazendo fotos amareladas no cérebro
Em transe digo sinceridades
por incrível que pareça
não me arrependo
Desta vez
Apenas essa vez
Serei como as estatísticas
Somente
Sorrindo janelas
vez ou outra revigorado.
Junto
separado
amortecido
alienado
Fujo
Fito o morcego
Luto
Ele me apaga
Deito em teu ventre
Espelho transparente
Reagindo instintivamente
Sem receio, medo ou aflição.
Renascendo na varanda
As flores surgem, sorriem
Explicam tudo que há
sem nada explicar.
Quem dera ser sábio
Como elas
Assistindo a tudo calado
Sem me afligir.
-Rubens Pascali-




























