domingo, 20 de junho de 2010











Às vezes
à noite
Odeio meu ser
Destruo-me lentamente
Em pensamentos ociosos

Nenhuma atitude
Apenas a insônia
insana.
Derretendo
Lentamente
em mim mesmo
dissolvendo-me.
“Devo buscar a mente perdida...”

Como uma flecha que atravessa meu peito
encontro um espelho em minhas memórias

É a luz que emana do artífice procriador
atingindo os medos vazios que geram dor

Lutando constantemente contra o sentimento
Para novamente ser invadido e abraçado por esse.

Às vezes
Durante o dia
Amo
Me abraço carinhosamente
vagando através da mente

Apenas compaixão
E benevolência
Nenhuma dor Latente


-Rubens Pascali

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